A comunidade ucraniana manifestou-se hoje em frente da embaixada do Moscovo

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4A comunidade ucraniana manifestou-se hoje em frente da embaixada do Moscovo para demonstrar o seu desagrado com os atos desumanos e indecentes que as forças militares russas tem feito para com a população em Avdiivka.

Nesse sentido foi escrita e enviada à carta ao presidente da Repiblica- Marcelo Rebelo de Sousa, para apelar em manter as sanções para com o governo da Rússia.

A comunidade ucraniana que reside em Portugal, demonstra uma profunda preocupação devido as ações de terrorismo que a Rússia continua a ter perante a população e a integridade territorial ucraniana.

Nos últimos três dias as forças militares russas realizaram vários tiroteios sobre a cidade Avdiyivka da região do Donetsk. Com essas ações o governo do Moscovo, mais uma vez demonstra a ignorância total e o seu desrespeito pelo acordo do Minsk, bem como perante todos os membros que o assinaram.

Nesses últimos três dias as forças militares russas para além de tiroteios seguidos ao longo da linha de contacto usaram todas as armas que tiveram, bem como deram uso as armas proibidas pelo acordo de Minsk.
A atitude de atrevimento por parte da Rússia demonstra mais uma vez a incapacidade do governo de Moscovo a ter noção real das suas atitudes criminosas.

Com esses atos, a população civil da cidade de Avdiyivka ficou sem eletricidade bem como a localidade Yasynuvata, no total são 16 000 habitantes (dos quais 2000 crianças só em Avdiyivka) sem serviço de aguas, saneamento e eletricidade.

Em 72 horas, 26 combatentes ucranianos feridos, 8 militares e 2 civis mortos. Tendo em conta o inverno rigoroso, e os tiroteios constantes por parte dos russos, o apoio humanitário para essas localidades torna-se cada vez mais complicado.

A Ucrânia desde 2014 esta a enfrentar o conflito com as forças militares da Rússia praticamente de forma solitária. Desde ai a lista dos militares ucranianos falecidos ultrapassou o número de 2161, os que sofreram lesões graves e moderadas mais do que 7000, muitas crianças ficaram órfãos e as famílias tornaram-se para sempre incompletas.
Contudo, os governantes russos insistem em manter a mentira, divulgar a desinformação tanto a nível nacional como internacional, e negam todos os factos e as provas que lhes são encaradas.

A comunidade dos ucranianos no estrangeiro tem dado o apoio dentro das suas capacidades e constantemente apela aos estados onde reside pelo fortalecimento e manutenção das sanções contra o estado russo, pois é a única ferramenta que é eficaz e capaz de incapacitar o regime criminoso.

Nesse sentido apelamos mais uma vez pelo vosso apoio em manter a política de aumento das sanções económicas para com o estado russo, de forma a impossibilitar a manutenção e o aumento do material técnico de combate e armas, com o objetivo de parar de vez a agressão russa.

Não podemos permitir a expansão e o domínio da política criminosa do Cremlin no mundo civilizado que já tanto sofreu com as guerras passadas e jamais quer repetir o erro cometido. Apelamos mais uma vez, unir-se com a Ucrânia no combate a terrorismo, contra as forças militares da Rússia, em nome das crianças e população inocente, em nome da defesa dos direitos humanos e por fim em nome da justiça.

Em nome da comunidade ucraniana
Associação dos ucranianos em Portugal

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