- Закон України № 376-V про Голодомор 1932-33 рр.
- Офіційне визнання міжнародною спільнотою
- Суд над організаторами Голодомору-Геноциду
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Статут Культурно-освітнього центру «Дивосвіт» при Спілці українців у Португалії
Увага!
- Українсько-португальська угода про соціальне забезпечення
- До уваги всіх, хто оновлює або отримує водійські посвідчення в Португалії
- У відпустку в Україну власним автотранспортом до 60 днів
- «Шлях Перемоги» - громадсько-політичний тижневик
Exmo. Sr. Luís Montenegro!
Estamos muito agradecidos pelo facto de o Governo de Portugal continuar, de forma constante, a cumprir as suas declarações relativas à Ucrânia e aos ucranianos, já no quarto ano da agressão russa em larga escala, que, após o inverno deste ano, pode sem dúvida ser qualificada como genocídio.
Infelizmente, todos os esforços para pôr fim a esta guerra através de negociações diplomáticas não produziram resultados. A liderança política da Rússia não só não demonstra qualquer disponibilidade para cessar as hostilidades, como ameaça sistematicamente a Ucrânia e os países da UE com o possível uso de armas nucleares.
Numa situação tão complexa, não vislumbramos quaisquer perspetivas reais de condições seguras para o regresso à Ucrânia dos ucranianos que obtiveram proteção em Portugal.
Por outro lado, constatamos que os 60 mil ucranianos que receberam proteção temporária em Portugal, onde foram criadas condições eficazes para a integração, aproveitaram as oportunidades concedidas e, em geral, conseguiram adaptar a sua vida às novas circunstâncias.
Ainda assim, aquilo que mais preocupa atualmente os ucranianos em Portugal, para além do fim da guerra e da obtenção de uma paz justa, é a definição do seu futuro.
Sabemos que para o próximo ano já está prevista a prorrogação do estatuto de proteção temporária, conforme foi anteriormente anunciado. Neste contexto, solicitamos que nos informem oficialmente quando será publicada a respetiva decisão.
Pedimos também que sejam prestados esclarecimentos sobre o modo como se processará a regularização do estatuto oficial de permanência dos cidadãos ucranianos em Portugal, depois de março de 2027, que aqui encontraram refúgio devido à agressão russa.
Presidente da Associação dos ucranianos em Portugal,
Pavlo Sadokha
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